Escrever um artigo inteligível e de tema tão estranho como o acima epigrafado não é tarefa muito fácil. Porém, escudado pela Bíblia, lançaremos com clareza e inerrância as provas bibliocêntricas de que, tanto no passado como hoje, muitos profetas vivem a profetizar segundo o desejo de um homem, de um grupo ou de uma elite, prestando-se a um papel repugnante, vulgar, pretensioso e hipócrita.

A vida e atuação de Jefté teriam passado despercebido se não fosse seu polêmico voto. Esse ato acabou gerando uma controvérsia que se arrasta ao longo dos séculos e milênios dividindo opiniões e provocando acirradas discussões.

Mt. 21.5  Dizei à filha de Sião: eis que o teu Rei aí te vem, manso e assentado sobre uma jumenta e sobre um jumentinho, filho de animal de carga.

Olhando analiticamente as ações, a forma e a metodologia empreendida pelo homem para alcançar suas metas e conquistas, e, comparando com o agir e o conquistar de Deus, há de se concluir que este sempre age na contramão da história. Parece que  ele tem prazer em pensar de forma diferente  do homem que criou. Enquanto os homens sempre empregam a força, a prepotência, a astúcia e o engano para suas realizações e dominação de seus semelhantes, Deus, contrariamente, despe-se  de toda força, aparato e grandeza.

Difícil é sumariar tão complexo assunto, em limitado espaço, mas tentarei. Duas forças  se contrapõem quando o assunto é "Usos e Costumes". Uma, pensa que mudar é modernizar. Outra, pensa que  é "mundanizar". Tanto à uma, como à outra, sugiro que apresentem bases bíblicas que sejam sólidas para sustentar suas sugestões; e, que pesquisem os aspectos sociológicos e antropológicos da questão.